Uma professora de uma escola estadual em Minas Gerais foi exonerada após um vídeo de segurança mostrar que ela esfregou a folha de uma prova no rosto de um estudante. A Secretaria de Educação abriu um processo administrativo e a Polícia Civil investiga o caso.
Uma professora que foi acusada de esfregar uma prova na cara de um estudante foi exonerada de seu cargo e, de acordo com a SEE/MG (Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais), não faz mais parte do quadro de servidores públicos.
A ação foi denunciada pela mãe do estudante de uma escola estadual de Minas, que foi inicialmente atendida pela diretora da instituição, que registrou a denúncia em ata escolar para dar seguimento às medidas administrativas.
Pontos-chave do caso
- A professora foi exonerada após a Secretária de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) abrir um processo administrativo.
- A denúncia partiu da mãe do aluno, que foi atendida pela diretora da escola.
- A CNN Brasil teve acesso às imagens da câmera de segurança da sala de aula.
- O Núcleo de Atendimento Educacional (NAE) está prestando acolhimento ao estudante.
- A Polícia Civil de Minas Gerais investiga o caso na Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente.
Investigação e medidas tomadas
A CNN Brasil teve acesso ao vídeo da câmera de segurança da sala de aula, que mostra o momento em que a professora esfrega a folha no rosto do aluno. A SEE/MG reforçou que um PAS (Processo Administrativo Simplificado) está sendo realizado contra a professora e que a Secretaria não compactua com os desvios de conduta que ocorreram.
Leia a nota da SEE/MG na íntegra:
A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) não compactua com eventuais desvios de conduta e reforça que as escolas e os educadores são orientados quanto à postura adequada, no que se refere ao ambiente e relações interpessoais, professor aluno, professor e colegas de trabalho, conforme dispõe o Código de Conduta Ética.
Conforme informado anteriormente, a Superintendência Regional de Ensino (SRE) Metropolitana C, responsável pela coordenação da Escola Estadual Celmar Botelho Duarte, em Belo Horizonte, adotou, de imediato, todas as providências cabíveis assim que recebeu a denúncia. Um Processo Administrativo Simplificado (PAS) foi aberto para apuração detalhada dos fatos. A servidora, que atuava sob regime de contrato, foi dispensada do cargo e não faz parte mais do quadro de servidores.
O Núcleo de Atendimento Educacional (NAE) também está atuando para acolher e acompanhar o estudante envolvido.
A Polícia Civil de Minas Gerais informou que a investigação segue em andamento na Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente de Belo Horizonte.


Imagem ilustrativa da denúncia contra a professora





